
Expressão tão usual…
Deus é o apogeu da eficiência, todos lhe devemos tudo… Já não há mérito próprio, foi transferido para quem nos “dá” tudo, quem nos generosamente concede tudo, tudo menos a liberdade de nos auto-premiarmos, da palmadinha nas costas, do sorriso quente e satisfeito na conquista de mais um degrau.
“Passei no exame, graças a Deus”,Deus é o apogeu da eficiência, todos lhe devemos tudo… Já não há mérito próprio, foi transferido para quem nos “dá” tudo, quem nos generosamente concede tudo, tudo menos a liberdade de nos auto-premiarmos, da palmadinha nas costas, do sorriso quente e satisfeito na conquista de mais um degrau.
“muito sucesso, graças a Deus”,
“bom estudante, graças a Deus”.
Proponho como desafio que façamos uma pausa de nós na nossa vida. Agora Deus que faça o resto, o que tem vindo a fazer, sendo nós apenas incómodos na sua tarefa.
Desconfio que esta expressão seria varrida do nosso vocabulário, varrida a custo da total desintegração da tal vida abençoada, mas teríamos um acordar mais puro, limpo pelo nosso valor.
Livros sugeridos? (Não prefaciei nenhum, mas: )
O Estrangeiro, Albert Camus
A Trilogia de Nova Iorque, Paul Auster
Desconfio que esta expressão seria varrida do nosso vocabulário, varrida a custo da total desintegração da tal vida abençoada, mas teríamos um acordar mais puro, limpo pelo nosso valor.
Livros sugeridos? (Não prefaciei nenhum, mas: )
O Estrangeiro, Albert Camus
A Trilogia de Nova Iorque, Paul Auster

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